31/10/2008
Orçado em R$ 1 bilhão, segundo aeroporto de Brasília pode ser construído em Planaltina
Correio Braziliense

O projeto de construir o segundo aeroporto de Brasília pode estar saindo do papel com assinatura do termo de Cooperação Técnica e de Desenvolvimento Sócio-Econômico entre o Governo do Distrito Federal e a empresa captadora de recursos Newmark Knight Frank nesta quinta-feira (30/10). O termo pode ser a porta de entrada para o segundo aeroporto privado de cargas do Brasil.

Segundo o diretor do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, o único de cargas privado do Brasil, Murilo Junqueira, o novo empreendimento ajudará a criar no Distrito Federal um pólo econômico importante. "Essa iniciativa deve potencializar a área de indústria e comércio", disse o diretor.

Se for viável, o novo aeroporto do Distrito Federal poderá ser construído próximo a Planaltina, entre a DF-250 e a BR-020, que liga o Plano Piloto à Formosa. A construção deverá custar R$ 1 bilhão, mas todos os recursos serão da iniciativa privada, segundo o documento assinado.

"O aeroporto de Cabo Frio atende mais a indústria do petróleo, já o de Brasília deve atender basicamente a indústria de bens e consumo, de eletro-domésticos e a farmacêutica", explicou Murilo Junqueira.

O termo firmado prevê a contratação de estudos ambientais e autoriza a empresa a captar parceiros interessados em investir na construção do novo aeroporto do DF. A realização dos estudos deve durar entre três e seis meses, em seguida, com o local definido, a captação dos recursos será toda feita pela empresa Newmark Knight Frank.

Segundo o presidente da Newmark no Brasil, Sérgio Negro, não há uma demanda no momento para este segundo aeroporto. "Mas haverá já que o novo aeroporto atrairá novas empresas e mais renda para o Distrito Federal, conseqüentemente mais mão-de-obra será empregada", garantiu o presidente.

3/11/2008
Aeroporto industrial do DF ficará em Planaltina
JB Online

Contrato abre caminho para planejamento da obra

 

O governo do Distrito Federal demonstrou que pretende investir pesado para transformar Brasília em um pólo comercial e industrial. Foi assinado, no final da tarde de ontem, pelo vice-governador Paulo Octávio um termo de cooperação técnica com a empresa Newmark Knight Frank para a construção de um aeroporto industrial no DF.

 

O acordo prevê a escolha da área a ser utilizada, a contratação de estudos ambientais e autoriza a empresa a captar parceiros interessados em investir na construção do Aeroporto Industrial do DF. Segundo Paulo Octávio, a idéia é transformar o DF num centro estratégico de distribuição tanto para o mercado interno quanto externo.

 

Pólo industrial

 

A área ainda deve ser definida, mas até agora, o mais provável é que o local escolhido seja Planaltina, em uma área de aproximadamente 1,8 mil hectares próximo a Planaltina, entre a BR-020 e a DF-250. Além do aeroporto, o projeto prevê a construção de um pólo industrial, um centro de distribuição com galpões preparados para produtos específicos, com câmaras resfriadas e um entreposto alfandegário. O investimento total previsto é de R$ 1 bilhão.

 

Entre os setores mais beneficiados estão as indústrias de tecnologia da informação, a indústria de beneficiamento de alimentos, grãos, setores que já são dominantes no Distrito Federal.

 

– Temos de preparar Brasília para o futuro. Com certeza precisaremos de um segundo aeroporto a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro. Precisamos destinar a área agora. Caso contrário, a cidade crescerá e não será mais possível – comentou o governador em exercício, Paulo Octávio.

 

Economia do governo

 

Pelo acordo firmado, todo o empreendimento será construído com recursos da iniciativa privada. O setor público será responsável pela fiscalização tanto dos estudos prévios, quanto das obras. A empresa firma o compromisso de promover seminários no DF e difundir os cuidados com o meio ambiente adotados durante a execução do projeto.

 

– Brasília tem localização estratégica para escoamento da produção, alto poder aquisitivo, segurança jurídica – explicou o presidente da Newmark no Brasil, Sérgio Negro. Ele previu que o projeto será finalizado em seis meses.

 

Investimento movimenta

 

Também o secretário de Fazenda, Valdivino de Oliveira, comemorou a chegada do investimento. Ele explicou que o investimento em si já é grande, mas que movimentará a economia e a criação de empregos.

 

– Um aporte de R$ 1 bilhão tem um efeito multiplicador de, pelo menos, três vezes – comentou Valdivino.

 

4/11/2008
Previ contrata empresa para vender o Meridien
O Estado de São Paulo

A Previ anunciou ontem a contratação da consultoria Newmark Knight Frank para negociar a venda ou arrendamento do imóvel onde funcionava o Hotel Meridien, no Rio. O prédio estava arrendado pela Iberostar, que o administrou até julho do ano passado.

Há pelo menos três interessados: a própria Iberostar e, segundo fontes, a mineradora Vale, que usaria o imóvel como sede, e a rede de hotéis Starwood.

4/11/2008
Vende-se ou aluga-se
O Globo

Segunda agora, será formalizado o distrato de exploração do antigo Hotel Le Méridien, no Leme, no Rio, entre a Previ, dona do imóvel, e a Iberostar.

Pelo acordo de separação amigável, o fundo de pensão dos empregados do BB vai ressarcir gastos de uns R$ 2,7 milhões da rede hoteleira espanhola.

Aluga-se ou vende-se

A Previ contratou a angloamericana Newmark Knight Frank para encontrar comprador ou inquilino para o imóvel.

Um prédio como esse, é o que se diz no mercado de imóveis, custa, pelo menos, uns R$ 200 milhões. A Previ tem pressa.

Afinal, mesmo fechado há 15 meses, o edifício tem custo mensal de uns R$ 400 mil, incluídos segurança e IPTU.

Vaga de garagem

A Vale tem interesse. Mas o prédio pode voltar a ser hotel.

Quem adquirir vai incorporar 73 vagas de garagem num edifício da Rua Gustavo Sampaio.

24/11/2008
Um jeito cinco-estrelas de morar
Veja Rio

Onde ficam as casas e os apartamentos mais valorizados da cidade, que podem custar até 24 000 reais por metro quadrado

Nesse mercado, o sigilo faz parte do negócio. Às vezes, é verdade, quando estão envolvidos nomes estelares, as informações acabam vazando. Foi o que aconteceu há duas semanas, assim que mudou de mãos uma cobertura dúplex de 1 000 metros quadrados, debruçada sobre o mar do Leblon, com uma mesa de sinuca no meio da sala - o comprador já decidiu que vai mantê-la. O imóvel de John Casablancas, fundador da agência de modelos Elite, foi vendido ao jogador Ronaldo Fenômeno por cerca de 15 milhões de reais. "Esse tipo de apartamento não sai em anúncio", diz Paulo César Ximenes, dono de uma imobiliária especializada em casas e apartamentos de alto padrão. "É uma venda artesanal." Há pouca oferta. Pode-se contar nos dedos das mãos o número de coberturas de tal patamar à venda nas avenidas Vieira Souto, em Ipanema, e Delfim Moreira, no Leblon. Ali, filé mignon do mercado imobiliário carioca, o metro quadrado vai de 9 000 a 24 000 reais. "A localização é o quesito mais importante", explica Marcus Cavalcanti, à frente de outra imobiliária voltada para o público classe AAA. Se, além disso, o prédio estiver entre aqueles considerados símbolos de status da cidade, melhor ainda. É o caso do Cap Ferrat, na orla da Ipanema, o mais cobiçado do Rio. Seus apartamentos de 600 metros quadrados são avaliados em 16 milhões de reais. "Sempre tem cliente interessado", completa Cavalcanti.

Emblemas de luxo e exclusividade, as casas que se espraiam pelo Jardim Pernambuco, um oásis de mansões plantado no fim do Leblon, também alcançam cifras colossais. Dependendo do tamanho, podem custar entre 6 milhões e 18 milhões de reais. "Demoram, no máximo, quatro meses para ser vendidas", atesta Lucy Dobbin, diretora da área de Zona Sul da imobiliária Julio Bogoricin. "Com a oferta limitada, o Rio é um mercado bom para os usados de luxo", acrescenta Luiz Cezar Macedo Soares, diretor da Dream Homes, imobiliária gerenciada pelas empresas Newmark, americana, e Knight Frank, inglesa. "Jamais se verá uma plaquinha de 'vende-se' em um de nossos imóveis. Trabalhamos com uma carteira de clientes que são avisados sobre o que há no mercado." Entre as jóias da imobiliária, destaca-se no momento um palacete de 2 350 metros quadrados na Joatinga. Preço: 8 milhões de dólares (pouco mais de 18 milhões de reais). "São considerados de luxo os imóveis que custam mais de 1 milhão de reais", explica Rogério Chor, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Nesse padrão, nos últimos quatro anos foram construídas 1 006 novas unidades. Para 2009, Paulo César Ximenes prepara o lançamento na orla da Zona Sul de um prédio com apartamentos de 840 metros quadrados e preços entre 22 milhões e 46 milhões de reais, valor da cobertura. O ponto, diz ele, ainda é segredo.

Com a escassez de áreas livres em Ipanema e no Leblon, os olhos se voltam para a Barra. "Há carência de apartamentos com mais de 1 000 metros quadrados", chama atenção Rogério Zylbersztajn, vice-presidente da RJZ Cyrela, que junto com a Plarcon/InPar lançou no bairro o condomínio Riserva Uno. Os imóveis ali têm entre 280 e 555 metros quadrados e preços de até 6 milhões de reais. Para atender a tal carência, a construtora planeja lançar o Riserva Due, com unidades de 800 metros quadrados. A Barra também foi escolhida pela Gafisa, em parceria com a Alphaville Urbanismo, para abrigar um loteamento com a grife do condomínio que surgiu em São Paulo e se espalhou por outros estados. A versão carioca terá 660 000 metros quadrados e será lançada até o fim do ano. Luxo com muito espaço.

24/11/2008
PREVI adia prazo para ofertas por Méridien
O Globo

A Previ prorrogou para 12 de dezembro o prazo pra receber ofertas pelo edifício onde funcionou o Hotel Méridien, na orla de Copacabana.De início , o fundo de pensão do BB fixara 28 de novembro como data limite.Mas o grande número de interessados levou ao adiamento.A agenda de visitas ao prédio está lotada até o fim da semana que vem.Terça passada, um investidor enviou 20 técnicos para vistorias.

 

TURISMO ATUA PARA PRÉDIO CONTINUAR SENDO HOTEL

 

A PREVI não revela o número de candidatos, mas é público que o prédio desperta interesses dentro e fora do mercado hoteleiro.Entidades do setor de turismo se mobilizam para que o edifício permaneça como hotel.O Ministério do Turismo encomendou dossiê sobre o assunto.Nos bastidores , já se fala em recorrer ao Ministério Público para que o imóvel não perca a função original.

© 2008 Newmark Knight Frank